Como usar o Kit PDF do Criminalista
Guia do Kit PDF do Criminalista: treze ferramentas de PDF que rodam dentro do seu navegador, sem o arquivo sair do computador. Você abre o documento uma vez e troca de ferramenta sem reabrir. Comprimir para caber no limite de upload do PJe e do eproc sem perder o texto pesquisável, dividir autos grandes em partes, extrair páginas, organizar e girar folhas, tarjar trechos sigilosos, juntar documentos, numerar folhas, transformar fotos do WhatsApp em PDF, gerar a imagem de uma folha, carimbar marca d'água, aparar margens, procurar um nome ou número dentro dos autos e reconhecer o texto de folhas digitalizadas (OCR) em português. Inclui o que cada ferramenta muda no arquivo e o que ela não faz.
O que esta ferramenta faz
O Kit PDF do Criminalista reúne, numa página só, as operações de PDF que o processo eletrônico exige todo dia: reduzir o arquivo até caber no limite de upload do tribunal, dividir autos grandes em partes, recortar as páginas que instruem a peça, organizar e girar folhas digitalizadas tortas, tarjar o que é sigiloso, juntar documentos avulsos, numerar folhas para a juntada, transformar em PDF as fotos que chegaram pelo celular, gerar a imagem de uma folha para o slide ou para o cliente, carimbar uma marca d'água na cópia entregue, aparar margens de digitalização, procurar um nome ou um número dentro dos autos e reconhecer o texto de folhas digitalizadas.
Tudo acontece dentro do seu navegador. Não existe upload: o arquivo não é enviado para a plataforma nem para servidor nenhum, e nada fica guardado quando você fecha a aba. Para autos sob segredo de justiça, essa é a diferença entre poder e não poder usar uma ferramenta de PDF.
Abra em criminalplayer.com.br/kit-pdf. Foi testado com autos de até 600 MB e 2.654 páginas; arquivos grandes levam alguns minutos e pedem que a aba fique aberta enquanto trabalham.
Um documento aberto, quinze ferramentas
Você abre o arquivo uma vez. Ele passa a aparecer numa barra no topo, com o nome, o tamanho e o número de folhas, e a partir daí os botões (Comprimir, Dividir, Extrair, Organizar, Tarjar, Juntar, Numerar, Imagem em PDF, Folha em imagem, Marca d'água, Aparar, Procurar, Reconhecer texto, Extrair imagens) trocam a ferramenta que está na tela. O documento continua o mesmo: não é preciso escolher o arquivo de novo a cada operação.
Na barra do topo, Trocar abre outro documento no lugar deste e Fechar tira o documento da tela.
Quando uma ferramenta entrega um resultado, ele traz a opção de seguir trabalhando sobre esse resultado: o arquivo gerado vira o documento aberto, e a operação seguinte age sobre ele. É o caminho de quem extrai as folhas que interessam, numera o que sobrou e comprime no fim. Enquanto você estiver trabalhando sobre um resultado, a barra mostra Voltar ao original, que devolve o documento como ele entrou.
Duas ferramentas têm insumo próprio e por isso mantêm a área de soltar arquivo delas: Juntar, que pede os outros documentos (o que está aberto entra como o primeiro da lista), e Imagem em PDF, cujo insumo são fotos, não o PDF aberto.
Comprimir para caber no limite do tribunal
Escolha o tamanho máximo que o sistema aceita e as imagens do documento são reduzidas até caber. Os valores oferecidos (10 MB, 5 MB, 20 MB) são atalhos de conveniência: o limite muda de tribunal para tribunal e é alterado com o tempo, então confira o do seu antes de peticionar. Você pode digitar qualquer valor.
A redução acontece imagem por imagem, dentro do arquivo. É por isso que o texto continua pesquisável e a ordem das páginas se mantém: os utilitários gratuitos costumam transformar cada página numa fotografia, o que reduz o tamanho e destrói a busca por texto.
Quando o alvo só é atingível ao custo da legibilidade, a redução para antes e a tela indica o caminho, em vez de entregar um documento ilegível. Ao final aparecem o tamanho antes e depois e uma amostra de como ficou uma página, para você conferir a leitura.
Se o arquivo já cabe no limite que você pediu, isso é informado primeiro: não há redução a fazer, e o original serve.
Dois cuidados. A redução é com perda: para juntar prova, guarde o original. E o arquivo reduzido não é idêntico ao original, portanto tem outra impressão digital (hash). Se isso for relevante no seu caso, registre no Kit de Cadeia de Custódia.
Um arquivo sem imagens (petição ou decisão gerada digitalmente) já está no menor tamanho possível: nesse caso o original volta intacto, com o motivo explicado.
Dividir em partes
Três modos. Em blocos de N páginas; nas faixas que você indicar (por exemplo 1-50, 51-120, 121-fim); ou em partes de no máximo N MB, que é o modo pensado para o peticionamento: cada parte já sai dentro do limite do sistema.
As partes são nomeadas de forma previsível, com a faixa de páginas no nome, e podem ser baixadas uma a uma ou todas de uma vez num arquivo .zip.
Extrair páginas
Indique as páginas (1-15, 40, 100-120) e o resultado é um PDF só com elas, na ordem pedida. Dá para gerar um arquivo por faixa em vez de um só. O tamanho do resultado depende do conteúdo real das páginas escolhidas: dez folhas de laudo digitalizado pesam muito mais que dez folhas de despacho.
Organizar as páginas
Mostra o documento inteiro em miniaturas para você arrumar antes de gerar: girar a folha que foi digitalizada deitada, tirar páginas em branco ou duplicadas, mudar a ordem. O botão Marcar as em branco percorre o documento e propõe as folhas sem conteúdo.
Nada é removido enquanto você não gerar o arquivo: a marcação é uma proposta, e a conferência nas miniaturas é sua.
Tarjar o que é sigiloso
Marque com o mouse, sobre a página, os trechos que não podem sair (nome de vítima ou de testemunha, dado de criança ou adolescente, endereço, documento de terceiro) e o resultado é uma cópia sem eles.
A tarja apaga o conteúdo, não o cobre. Essa distinção é o ponto inteiro da ferramenta: um retângulo preto desenhado por cima, como se faz num editor comum, deixa o texto selecionável embaixo, e basta a busca do leitor de PDF para revelá-lo. É assim que documentos "tarjados" vazam. Aqui a folha marcada é substituída por uma imagem já sem o trecho, e o conteúdo original dela não vai para o arquivo final.
O preço dessa garantia: a folha tarjada vira imagem e deixa de ser pesquisável. As demais folhas do documento continuam intactas. Se precisar dela pesquisável de novo, passe o reconhecimento de texto depois: ele lê o que está visível na folha, e o trecho tarjado não está mais lá. Antes de enviar, confirme você mesmo: abra o arquivo gerado e procure pelo termo tarjado com a busca do leitor de PDF. Ele não deve aparecer.
Juntar num só arquivo
Vários PDFs viram um documento único, na ordem que você definir (as setas ao lado de cada item mudam a posição). O documento que já está aberto na barra do topo entra como o primeiro da lista. Se marcar a opção, entra uma folha separadora com o nome de cada documento, o que ajuda quem vai ler do outro lado.
Numerar folhas
Carimba o número em todas as folhas, no formato (fl. 1, Fls. 1, 1, 1/250) e na posição que você escolher, começando do número que quiser e podendo pular a capa. O número sai como texto de verdade, então continua pesquisável, e folhas deitadas ou de cabeça para baixo recebem o carimbo na orientação certa.
Esta numeração organiza o seu documento de trabalho. Ela não substitui a numeração de folhas feita pelo cartório nos autos.
Imagens para PDF
O cliente mandou a foto do documento pelo WhatsApp e o sistema do tribunal só aceita PDF. Escolha as imagens na ordem em que devem aparecer e o resultado é um documento único, uma folha por imagem.
Duas formas de montar a folha: A4 com a imagem inteira dentro, com a margem que você definir em milímetros, que é o formato para juntar aos autos; ou do tamanho exato da imagem, que preserva a resolução original sem margem nenhuma. Em A4, a folha segue a orientação da foto: retrato vira retrato, paisagem vira paisagem.
Aceita JPG e PNG. Foto de iPhone costuma vir em HEIC, que o navegador não abre: em Ajustes, Câmera, Formatos, escolha "Mais Compatível", ou compartilhe a foto por e-mail, que a converte para JPG. Se você escolher imagens em HEIC, a tela diz isso e ensina o caminho, em vez de reclamar de formato inválido.
Esta é uma das duas ferramentas com área de soltar própria: o insumo são as imagens, não o PDF aberto na barra. O PDF gerado pode virar o documento de trabalho e seguir para as outras operações.
Páginas para imagem
A folha do laudo no slide do plenário, a página exata para o cliente ver no celular. Indique as folhas (1-3, 12, ou deixe em branco para todas) e receba uma imagem por folha, com um botão de download para cada uma.
Três resoluções: alta, para projetar ou imprimir; média, para anexar em e-mail; e máxima, para ampliar um detalhe. Em PNG (sem perda) ou JPG (arquivo menor). O pedido é de no máximo 200 folhas por vez.
A imagem é a fotografia da folha: ela não tem texto pesquisável. Para juntar aos autos, use o PDF; a imagem serve para mostrar, projetar e enviar.
Marca d'água
Carimba um texto em todas as folhas: "cópia de trabalho", "minuta", ou o nome de quem recebe. Serve para identificar a via entregue e sinalizar que aquele documento não é o original. Também é rastreabilidade: se cada destinatário recebe a via com o nome dele, uma cópia que circula indevidamente diz de onde saiu.
Escolha a posição (diagonal, no meio da folha, ou rodapé, discreta) e a intensidade (discreta, visível ou forte). A discreta não atrapalha a leitura do documento.
A marca d'água não protege o documento. Qualquer editor de PDF a remove. Ela identifica a via, não impede a cópia nem a impressão, e não deve ser usada como se fosse proteção.
Aparar margens
Tira a margem preta do escaneamento e a faixa que o sistema do tribunal carimba no alto da folha. Informe quanto cortar em milímetros de cada lado; o corte vale igual para todas as folhas. Um corte que não deixaria folha nenhuma é recusado, com o pedido de reduzir as medidas.
Aparar muda o que o leitor exibe, não o que o arquivo contém. O texto da área cortada continua no arquivo e aparece em qualquer busca: o que muda é o retângulo que o leitor de PDF mostra. Isso é da natureza da operação, não uma limitação a contornar.
Por isso: para enquadrar a folha, aparar. Para tirar dado sigiloso, use a Tarjar, que apaga de verdade. Aparar a margem para esconder um dado de terceiro entrega o dado junto com o arquivo.
Procurar nos autos
O nome da testemunha, o número do laudo, a data da apreensão. Digite o que procura e receba a lista de folhas onde aquilo aparece, com o trecho ao redor. Clicar numa ocorrência abre a folha com o trecho destacado.
Acento e maiúscula não atrapalham: procurar por joao encontra João. É o caso mais comum, o nome próprio, e é onde a busca do leitor de PDF costuma falhar.
A procura só alcança as folhas que têm texto, e a tela diz quantas ficaram de fora. Essa distinção é o ponto: num documento digitalizado, "nenhuma ocorrência" não significa que aquilo não está nos autos, significa que não foi procurado. Quando houver folhas de imagem, o caminho é reconhecer o texto antes.
A lista de ocorrências pode ser copiada inteira, com o número da folha, para colar na peça ou no seu resumo do processo.
Reconhecer texto (OCR)
Folha digitalizada não tem texto: para o computador ela é uma fotografia, e por isso não dá para buscar nem copiar nada dela. O reconhecimento acrescenta a camada de texto por baixo da imagem, e o documento passa a responder à busca. A imagem original continua no arquivo, intacta.
Funciona em duas etapas, e a primeira não custa nada. O botão Analisar o documento confere folha a folha e informa quantas são imagem, quanto tempo o reconhecimento leva e o tamanho do download. Só o segundo clique começa o trabalho. Na primeira vez são baixados cerca de 2,5 MB de dicionário de português, uma vez só; depois ele fica no navegador.
Só as folhas digitalizadas entram na fila. Autos do processo eletrônico costumam ser mistos: a petição protocolada é texto, o inquérito que veio da delegacia é imagem. Reconhecer o que já tem texto não melhora nada e ainda sobrepõe uma camada com erro a uma camada correta. Se o documento inteiro já for pesquisável, a tela informa isso em vez de trabalhar à toa.
Se preferir tratar por partes, indique as folhas no campo do topo. Documentos muito grandes pedem isso: acima de 300 folhas de uma vez, a tela pede uma faixa.
Confira o texto antes de citar. O reconhecimento erra em digitalização torta, com carimbo por cima ou letra pequena, e também ajusta o texto ao português: o que ele devolve pode não ser idêntico ao que está escrito na folha. Numa citação entre aspas isso é grave. O que o OCR acrescenta é a busca; ele não é transcrição oficial e não substitui a leitura do documento.
Além do PDF pesquisável, sai também o texto em .txt, folha a folha, para quem quer trabalhar o conteúdo fora do processo.
Extrair as imagens do documento
A foto que interessa está dentro do laudo, e ampliar pelo zoom do leitor embaça. Esta ferramenta tira do PDF as fotos, plantas e prints embutidos nele, como arquivos de imagem separados.
As imagens saem como estavam guardadas, sem recompressão. A extração não degrada: o que sai é exatamente o que estava no arquivo, no tamanho e na qualidade originais. É por isso que ampliar a imagem extraída rende mais do que dar zoom no PDF.
Cópias repetidas saem uma vez só. Documento de tribunal carimba o mesmo brasão e a mesma assinatura digitalizada em cada folha, e cada repetição é um objeto próprio dentro do arquivo. Sem isso, extrair de um processo de duzentas folhas devolveria duzentos brasões com a foto do laudo perdida no meio. A tela informa quantas repetições foram descartadas.
O campo Ignorar imagens menores que serve ao mesmo propósito: com o padrão de 12 KB, brasão e carimbo ficam de fora e sobra o que você foi buscar. Escolha "nenhuma" quando precisar de tudo.
Cada imagem tem seu botão de baixar, e havendo mais de uma sai também um pacote com todas.
A imagem extraída não carrega data, GPS nem aparelho, porque o PDF não guarda esses dados junto com ela. Para provar origem, o que vale é o documento de onde ela saiu, registrável no Kit de Cadeia de Custódia.
Para tratar a imagem depois de extraída, reduzindo ou tarjando, o caminho é o Kit de Fotos e Prints.
PDF protegido por senha
Se o documento que você abrir pedir senha, a bancada mostra um campo para digitá-la em vez de recusar o arquivo. Com a senha certa, o documento é aberto ali mesmo e as outras ferramentas passam a funcionar sobre ele normalmente. A senha é usada dentro do seu navegador e não é enviada para lugar nenhum.
Só a senha de abertura serve. Documento que apenas restringe impressão ou cópia, sem pedir senha para abrir, é aberto direto, sem passar por esse campo.
Proteger com senha
A ferramenta Proteger faz o caminho inverso: fecha o PDF com senha de abertura, para o que sai por e-mail e não deveria circular aberto. A proteção usa AES de 256 bits.
Senha esquecida não tem recuperação. A proteção é aplicada no seu navegador e a senha não é gravada em lugar nenhum, nem aqui nem em servidor: sem ela, o arquivo não abre mais, para ninguém. Guarde a senha antes de gerar e mantenha o original desprotegido.
Proteger com senha não é assinatura: impede a abertura, mas não prova quem produziu o documento nem que ele não foi alterado. Para integridade, use o Kit de Cadeia de Custódia.
Nada fica guardado, e como limpar a tela
Diferente das outras ferramentas da plataforma, o Kit PDF não guarda nada: nem o arquivo, nem o resultado, nem as opções que você escolheu. Fechou a aba, não resta cópia de nada.
Ainda assim, o documento aberto e o resultado continuam na tela enquanto a aba estiver aberta, e voltam inteiros quando você usa o botão voltar do navegador. Isso não é o Kit lembrando do seu caso: é o navegador devolvendo a página exatamente como você a deixou. O efeito é parecido, e por isso vale saber como limpar.
Quando a aba volta assim, com documento aberto, a página avisa numa faixa no topo, com duas saídas: Continuar de onde parei ou Começar do zero.
Limpar, ao lado do botão de cada ferramenta, zera aquela ferramenta: o documento escolhido, o resultado e as faixas de páginas que você digitou. O limite do tribunal e o formato do número continuam como estavam, porque são preferência sua, não dado do caso.
Limpar tudo desta página, na barra do topo, zera as quinze de uma vez, inclusive os arquivos já prontos para baixar.
Em computador compartilhado, no escritório ou no fórum, é o gesto que evita que o próximo a sentar encontre os autos do seu cliente abertos na tela.
O que o Kit não faz
- Não assina digitalmente e não valida assinatura.
- Não edita o texto do documento.
- Não abre PDF protegido por senha. Se o seu estiver protegido, remova a proteção no programa onde você tem a senha e volte. A ferramenta recusa esses arquivos de propósito: forçar a abertura geraria um arquivo que parece certo e sai ilegível.
- Não protege documento com marca d'água, e não esconde conteúdo ao aparar margem. Para tirar do arquivo o que é sigiloso, só a tarja.
- Não abre imagem em HEIC, o formato padrão do iPhone. Converta para JPG antes: no aparelho, em Ajustes, Câmera, Formatos, escolha Mais Compatível, ou compartilhe a foto por e-mail. O Kit de Fotos e Prints explica as duas saídas.
- Não guarda nada. Ao fechar a aba, não resta cópia de arquivo nenhum.
Perguntas frequentes
Meu arquivo é enviado para algum lugar?
Não. Todo o processamento é feito pelo seu navegador, na sua máquina. Uma forma de confirmar: abra a página, desligue a internet e use a ferramenta. Ela continua funcionando.
Preciso abrir o arquivo de novo a cada operação?
Não. O documento aberto fica na barra do topo e vale para todas as ferramentas. As exceções são Juntar, que pede os outros documentos, e Imagem em PDF, cujo insumo são fotos.
Dá para encadear operações no mesmo documento?
Dá. Todo resultado traz a opção de seguir trabalhando sobre ele: extrair as folhas que interessam, numerar o que sobrou e comprimir no fim, sem baixar nada no meio do caminho. Voltar ao original, na barra do topo, desfaz o encadeamento e devolve o documento como ele entrou.
Procurei um nome e não achei nada. Ele não está no processo?
Não necessariamente. Se o documento tiver folhas digitalizadas, elas não têm texto e ficam de fora da procura — a tela diz quantas foram. Reconheça o texto delas e procure de novo.
O reconhecimento estraga o documento original?
Não. A imagem de cada folha continua no arquivo como estava; o texto entra por baixo dela, invisível. As folhas que já tinham texto não são tocadas.
Funciona no celular?
Funciona para arquivos pequenos, mas o computador é o lugar certo para autos grandes: as operações precisam de memória, e o navegador do celular tem bem menos.
Por que a compressão do meu arquivo rendeu pouco?
Porque o peso dele provavelmente não está em imagens. Documentos gerados digitalmente já são pequenos, e nesse caso não há o que reduzir. Se mesmo assim ele não couber no limite, o caminho é dividir em partes.
Aparei a margem onde estava o nome da testemunha. O nome saiu do arquivo?
Não. Aparar muda o que o leitor exibe; o texto continua no arquivo e aparece na busca. Para tirar o nome do documento, use a tarja.
O arquivo gerado abre em qualquer leitor?
Sim. Toda saída é reaberta e conferida antes de ser oferecida para download: se o resultado não conferir, a tela avisa em vez de entregar.
Esse guia respondeu?
Se ainda ficou alguma dúvida, escolha o caminho que preferir.
Pra casos específicos, fora do escopo da IA, ou quando você precisa de uma pessoa olhando seu caso.
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